quarta-feira, 7 de novembro de 2012

ORTOGRAFIA


ORTOGRAFIA

Por que        esta expressão é escrita separadamente?
Por que        escrever corretamente?

Teoria 1
Escrevemos separadamente (por que ...) por estar  subentendida a palavra MOTIVO: Por  que (por que motivo; por QUAL motivo)  é assim? 
Em TODAS AS PERGUNTAS isso ocorre.

Também em frases afirmativas como: Ela não disse  por  que       agiu assim.


Sendo QUE =  QUAL(is):

As experiências de aprendizagem  por  que passamos marcam o nosso perfil.

Teoria  2
Nas EXPLICAÇÕES, usamos porque numa só palavra:

É interessante escrever bem, porque a escrita adequada é a imagem do seu emissor.

Porque o emissor da mensagem fica retratado na sua escrita.



Teoria 3

Quando estiver significando O  FUNDAMENTO (substantivo, antecedido do artigo o:  Aí  está  o porquê  da diferença na escrita.
(Numa só palavra, acentuada.)


Teoria 4

No final da frase, por tornar-se palavra TÔNICA, será acentuada:

Usar o acento por quê?




Completar com PORQUE, POR QUE,  PORQUÊ  ou POR QUÊ:

1 - ________________ estás aqui?

2 – Estou aqui ___________ sou consciente do que quero; ___________

      ______________ aproveito o presente para construir o futuro.

3 – Esse é o ____________________ da  minha escolha.


4 – Estamos aqui pelas condicionantes______________ todos passamos.


5 -  Se discordas disso, explica _________________ .

domingo, 30 de setembro de 2012

ENEM


COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

AVALIADAS NO ENEM


Competência de área 6 - Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação.


H18 - Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.


H19 - Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas de interlocução.


H20 - Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória e da identidade nacional.

Competência de área 7 - Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes    linguagens e suas            manifestações específicas. H21Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não-verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.

H22 - Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.

H23 - Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados.

H24 - Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.










Competência de área 8 - Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.


H25 - Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.

H26 - Relacionar as variedades linguísticas a situações específicas de uso social.

H27 - Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.


Competência de área 9 - Entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar.







1. Linguagem, Códigos e suas Tecnologias

                 

                Estudo do texto: as sequências discursivas e os gêneros textuais no sistema de comunicação e informação - modos de organização da composição textual; atividades de produção escrita e de leitura de textos gerados nas diferentes esferas sociais - públicas e privadas.

Leitura: alimento e beleza


Disponível ao nosso desejo particular; possibilidade generosa, não fala por si: aguarda que queiramos  enveredar pela fantasia aos sabores de uma voz convidativa e inebriante.

Livro, amoroso objeto que nos acompanha na vida. Que a reinventa, que a revigora.

        Condensado do blog de Antônio Gil Neto

quarta-feira, 20 de junho de 2012

PONTUAÇÃO

Vírgula
Marca pausas  breves  entre os termos de oração e entre orações de um mesmo período.
Usamos a vírgula para separar:
1) vocativo - Ex.: — Oi, queridos amigos, sejam bem-vindos!
2) aposto - Ex.:Deus, Inteligência Suprema,  imprime no Universo os sinais da sua grandeza.
3) adjuntos adverbiais - Ex.: No ano de  2005, em setembro,  nasceu a Oficina das Letras ART LUX .
Seus componentes reúnem-se mensalmente, na UFPEL Pinheiro Machado.
4) termos de enumeração - Ex.: Ingerir bananas, maçãs, peras e abacaxis é hábito saudável.
5) nomes de lugar nas datas e endereços -
Ex.:Pinheiro Machado, 12 de junho de 2012.
Rua Florentino Bueno, 417.
 6) orações separadas por pausa.
 Ex.: Quero falar, mas farei isso depois.
         Deus, que é nosso Pai, manda-nos luz todos os dias.
7) palavras ou expressões explicativas ou conclusivas -
Ex.: O presente, ou seja, hoje é o tempo de agir e acertar.

8) elipse ( a omissão de um termo da oração).
Ex.: A família proporciona a educação dos sentimentos: a escola,  o gosto pelo conhecimento.

NÃO se deve usar a vírgula entre:
1)   o sujeito e o predicado:

 Ex.: Os operários trabalham o dia todo.

2)   O verbo e seus complementos:

 Ex.: Eu tenho novidades para você.


3)   O nome e o seu complemento :

Ex. Tenha fé na vida.

4)   A oração principal e a oração subordinada
substantiva:
     Ex.: Deixe que nós resolvemos isso.



sábado, 16 de junho de 2012

PRONOMES RELATIVOS - recursos para a coesão textual

PRONOMES RELATIVOS

Emprego dos pronomes relativos
1. Os pronomes relativos virão precedidos de preposição se a regência assim determinar.
Este é o pintor a cuja obra me refiro.
Este é o pintor de cuja obra gosto.
2. O pronome relativo quem é empregado com referência a pessoas:
Não conheço o cantor de quem você falou.
2.1- O relativo quem pode aparecer sem antecedente:                          Quem faltou foi advertido.
2.2  -  Quando possuir antecedente, o pronome relativo       quem virá precedido de preposição.
       Marcelo era o homem a quem ela amava.
3. O pronome relativo que é o de mais largo emprego, pode ser empregado com referência a pessoas ou coisas, no singular ou no plural.
Não conheço o rapaz que saiu.
Gostei muito do vestido que comprei.
Eis os ingredientes de que necessitamos.
4. O pronome relativo que pode ter por antecedente o demonstrativo o, a, os, as.
Falo o que sinto. (Falo aquilo que ... )

5. O pronome relativo cujo (e flexões) equivale a do qual, de que, de quem. Deve concordar com a coisa possuída.
Apresentaram provas em cuja veracidade eu creio.
6. Os pronomes quanto, quantos e quantas são relativos quando seguem os pronomes indefinidos tudo, todos ou todas.
Comprou tudo quanto viu.
7. O relativo onde deve ser usado para indicar lugar e tem sentido aproximado de em que, no qual.
     Este é o país onde habito.
7.1 -ONDE é empregado com verbos que não dão ideia de movimento.
                  Sempre morei no país onde nasci.     
7.2 - AONDE é empregado com verbos que dão ideia de movimento e equivale a  para onde, sendo resultado da combinação da preposição a + onde.  
Voltei àquele lugar aonde minha mãe me levava quando criança.






                           

domingo, 3 de junho de 2012

Olímpíada


OLIMPÍADA DA LÍNGUA PORTUGUESA 2012

Diversidade de Gêneros Textuais -
Instrumento Privilegiado de Ensino


As referências mais atuais sobre um ensino eficaz de Língua Portuguesa recomendam que o aluno trabalhe na escola com uma ampla diversidade de gêneros de textos, literários e não literários, orais e escritos, e que leia, discuta e escreva com finalidades definidas, para ouvintes e leitores de dentro e fora da escola que, de alguma forma, deem uma resposta ao que ele escreveu.

Ex.: Preparação de cartazes para uma campanha de saúde que tem como finalidade mobilizar a comunidade, ou a escrita de poemas para serem lidos num sarau da igreja.

Muito mais significativos  para quem escreve e para quem lê são os textos produzidos com os objetivos:

1 - proporcionar aprendizagem de gêneros textuais de diferentes áreas de conhecimento, para que o estudante reconheça as particularidades do maior número possível deles (textos jornalísticos, científicos, literários, médicos, jurídicos, etc). Essa aproximação proporciona preparo para usá-los de modo competente quando estiver em espaços sociais não escolares;

2 -    trabalhar atividades,  nas aulas de Língua Portuguesa,  integrando leitura, escrita e gramática, exercitando a oralidade, quase sempre esquecida na prática escolar.

3 - Estabelecer roteiros de tarefas, ensinando a avaliar a escrita a partir de critérios definidos e a refazê-la quando necessário .



·         O exemplo para essas práticas vem dos escritores reconhecidos como bons autores, sejam eles produtores de literatura, de textos jornalísticos, científicos ou outros. A experiência demonstra que nenhum escritor competente escreve sem planos para realizar seu texto e sem reescrevê-lo muitas vezes,  até que o resultado pareça satisfatório para a comunicação com os leitores que ele imagina.

Os textos produzidos a partir desses projetos demonstram aos alunos que escrever é um trabalho que todos podem fazer bem, com métodos adequados. A escrita deixa de ser uma espécie de "dom divino" que só alguns receberam, para tornar-se um instrumento de cidadania que todos podemos desenvolver.